FORMADORES

Rita Alagão

FORMAÇÂO ACADÉMICA:

 

Licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema;

Mestranda em Teatro e Comunidade;

Atriz Rita Alagão - Formadora Curso de interpretação cinema televisão e publicidade

Direção de atores em novelas e séries; 

Dobradora da Disney;

Encenadora;

Formadora, Coach e Professora do Ensino Superior nas áreas das Expressões Artísticas.

Atriz em produções como "Desencontros" (RTP), "Filhos do Vento" (RTP), "O Olhar da Serpente" (SIC), "Queridas Feras" (TVI), "Mundo Meu" (TVI), "Morangos com Açúcar" (TVI), "Rebelde Way" (SIC), entre outros.

Veja o seu currículo no IMDB

Ana Paula Castela

Tem uma vasta experiência pedagógica no Ensino Superior no Instituto Politécnico de Castelo Branco, onde desenvolveu a sua ação como professora, coordenadora de cursos e Presidente do Conselho Pedagógico. Licenciada em Sociologia pela Universidade da Beira Interior, Mestre em Sociologia (“Recursos e Estratégias de Desenvolvimento na Zona Raiana”, Universidade Nova de Lisboa), Doutorada em Sociologia (“Procesos de Cambio en la Sociedad Actual: Sociedad, Cultura y Educación”, Universidad de Salamanca), Diploma de Estudios Avanzados (D.E.A.) del doctorado (“Procesos de Cambio en la Sociedad Actual: Sociedad, Cultura y Educación”, Universidad de Salamanca) e Pós-Doutoramento em Turismo (“Entre o chegar e o partir. O novo turismo urbano numa perspectiva sociológica: O caso de Lisboa”, Universidade de Aveiro);

Investigadora do CEDER – Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional do Instituto Politécnico de Castelo Branco;
Investigadora do Instituto de Estudos Sociais da Universidade da Beira Interior;
Conta com a participação em vários júris com arguências de teses de Especialista, Mestrado e Doutoramento; Conta ainda com publicações de Artigos Científicos e é membro de várias associações e núcleos de investigação: Membro da Internacional Sociology Association, Membro da Associação Portuguesa de Sociologia, Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais, Membro da GOVCOP, Universidade de Aveiro.

Carla Chambel

Começou por frequentar um curso no Centro Cultural de Benfica dirigido pelo ator António Feio. Estreia-se como atriz em 1995 no acolhedor palco do Trindade pela mão de João Perry, em A DISPUTA de Marivaux com produção do Teatro Nacional D. Maria II.
Ingressa no mesmo ano na Escola Superior de Teatro e Cinema onde nos quatro anos seguintes estuda com mestres do panorama nacional e europeu.
No teatro, Carla tem trabalhado tanto em projetos pontuais como em companhias portuguesas, tais como a Comuna Teatro de Pesquisa, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Meridional, Novo Grupo/Teatro Aberto, Teatro dos Aloés, entre outras. Esteve em cena em 2020 em MEDEIA, de Eurípides, com encenação de Beto Coville, co-produção do Teatro Livre/Museu de Lisboa-Teatro Romano/EGEAC.
A partir de 1996 começa a fazer trabalhos pontuais em televisão, mas só em 2006 a sua imagem é projetada para o grande público com a série JURA e a novela VINGANÇA, ambas na Sic. Foi Marina de Jesus em BEM- VINDOS A BEIRAIS, de 2013 a 2016, para a RTP.
No Cinema, Carla tem trabalhado com diversos realizadores desde os mais conceituados aos mais jovens, sendo 98 OCTANAS de Fernando Lopes e AMÁLIA de Carlos Coelho da Silva os mais marcantes. Em 2013 é protagonista de QUARTA DIVISÃO, de Joaquim Leitão/MGM Filmes.
Fez direção de atores na novela Laços de Sangue, para a SIC, que ganhou o EMMY para melhor telenovela em 2011, mais recentemente em A TEIA, para a TVI, em 2018/19, e coaching em BEM-ME-QUER para a TVI/ Plural.
Durante 8 anos dirigiu um projeto sénior de teatro, na cidade da Amadora que a viu nascer, continuando ligada à 3a idade através de diversos projetos. Dá aulas de interpretação a crianças e jovens e foi coordenadora do Departamento de Artes do Colégio Cesário Verde. É formadora na Academia Mundo das Artes, onde leciona Interpretação e Direção de Atores.
Ainda lhe resta algum tempo para fazer locuções em publicidade e dobragem de animação, áreas que também abraça com igual paixão.
Nomeação para Globos de Ouro Sic/Caras na categoria Melhor Atriz de Cinema com o filme 98 Octanas, 2006. Prémio Melhor Atriz de Teatro 2007 pelo Instituto Bernardo Santareno.
Nomeações para Prémios Sophia 2013 na categoria de Melhor Atriz Secundária e em 2014, nas categorias de Melhor Atriz, e Melhor Atriz Secundária.
Prémio Sophia Melhor Atriz Secundária 2015 pelo filme Se Eu Fosse Ladrão Roubava de Paulo Rocha.
É Vice-presidente da Academia Portuguesa de Cinema, onde anualmente produz a participação portuguesa no EFA YOUNG AUDIENCE AWARD.
Faz parte da direção da GDA.

Veja o seu currículo no IMDB

Ângela Pinto

PRÉMIOS
1985 - “Sete de Ouro”, actriz revelação - Teatro 1984, pela sua interpretação em "Filhos de um deus menor" de Mark Medoff.
TELEVISÃO
2020/21 - Telenovela “Bem Me Quer”- Plural/TVI
2019/20 - Telenovela “Terra Brava” - SP televisão/SIC
2017 - Série “Excursões Air Lino” - AFM /RTP1
2014/15 - Telenovela “Mar Salgado”- Telenovela - SP/ SIC
2011/12 - Telenovela “Rosa Fogo” - SP/ SIC
2008/09 - Telenovela “ Podia Acabar o Mundo” - Sp/ SIC
2008 - Série “Equador”, série, Plano 6 e Plural/ TVI
CINEMA
2019 - “Listen” - Realização de Ana Rocha de Sousa - LM
2018 - “Fátima” - Realização de Marco Pontecorvo - LM
TEATRO
2018/19 - “Boa Noite Mãe” de Marsha Norman | encenação de Hélder Gamboa | Teatro da Trindade/ Tenda.produções | Digressão
2017/18 - “Estrangeiras” a partir de Slawomir Mrozek|encenação Hélder Gamboa |Tenda Produções| Teatro da Malaposta e digressão
2016 - “O Apartamento”de Billy Wilder| encenação Fraga |Teatro da Trindade
2014 - “8 Mulheres” de Robert Thomas| encenação de Hélder Gamboa| Teatro da Trindade
2013 - “Mr. Wilde” a partir de Oscar Wilde|encenação Margarida Barata|Mob e digressão |Produção Vara Teatro
2012 - “Coisas de Homem” de Franz Xaver Kroetz|Enc. Maria Emilia Correia| Teatro da Trindade-sala estúdio Outros:
Funda em 1980 o Teatro Laboratório de Faro. Funda em 1987 Metrópolis. Integra desde 2008 a Associação Tenda.
A convite, entre 1997 e 2020 faz inúmeras leituras encenadas e sessões de poesia.

Veja o seu currículo no IMDB

Guilherme Filipe

Formação:
Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras
Doutor em Estudos Artísticos, ramo Estudos de Teatro
Mestre em Estudos de Teatro
Licenciatura em Formação de atores/ encenadores
Exemplos de Participações:
Cinema
João Mário Grilo (2000, A Falha), Maria de Medeiros (2000, Capitães de Abril), Luís Filipe Rocha (2001, Camarate) e António-Pedro Vasconcelos (2015, Amor Impossível).
Televisão
Ator regular na televisão, estreou-se na série Mátria (1984), de Natália Correia e realização de Dórdio de Guimarães (RTP1), a que se seguiu uma longa série de trabalhos em seriados, telefilmes e telenovelas. Em 2018, integrou o elenco da série Madre Paula (RTP1), de Patrícia Mueller, com direção de Tiago Rodrigues. Como autor para teatro
Dizem que os milagres existem. Episódio dramático, em 1 ato. Coescrito com Fábio Ferreira, a partir de Coração Frágil, de F. Dostoievski. Estreou na Comuna – Teatro de Pesquisa (Sala das novas tendências), em 15 de setembro, com encenação sua.

Veja o seu currículo no IMDB

Jaime Mears

Jaime Mears, nasceu na Austrália e trabalha profissionalmente em Teatro, Cinema e Televisão na Austrália e em Portugal desde 1999. É licenciada pelo National Institute of Dramatic Art NIDA em Sydney. Em 2007, Jaime recebeu o Churchill Fellowship por excelência nas Artes Dramáticas, que a levou a Paris, Nova York e ao Reino Unido para continuar seu treinamento com Philippe Gaulier, Anne Bogart e a SITI Company, Keith Johnstone e Complicité. É membro do SITI Extended Ensemble e treina anualmente com membros da Suzuki Company of Toga. Ensina Bouffon no Reino Unido, Rússia, Austrália, Hungria e Dinamarca, bem como em Portugal, onde trabalha regularmente para escolas de teatro como ESMAE, ESTAL, Espaço EVOE e Inimpetus. Jaime é co-diretora artística do Teatro Rei Sem Roupa, Portugal, e trabalha como atriz e criadora para a Companhia Caótica e Mente do Cão em Lisboa. Trabalha como palhaça de hospital na Operação Nariz Vermelho, a improvisar em contextos hospitalares semanalmente desde 2018, o que aponta como uma prevenção eficaz contra levar-se demasiado a sério.

Rui Vilhena

Na área do guionismo, estudou na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde terminou o Programa de Escritores (1991-1993)El Camino College, também em Los Angeles, onde frequentou o curso de produção para TV e Cinema (1993-1994).
Na área da ficção para televisão em Portugal, o autor Rui Vilhena escreveu as telenovelas “Na Corda
Bamba” (2019), Sedução (2010), Olhos nos Olhos (2008), Tempo de Viver (2006), Ninguém como Tu (2005), para a TVI e Terra Mãe (1998) para a RTP. Assinou as sitcoms O Café da Esquina (2000) e Reformado e Mal Pago (1996), ambas para a RTP e a série Bastidores (2001) para o mesmo canal. Foi o responsável pela adaptação televisiva do romance Equador (2008), autor da mini série 37 (2009) e de vários telefilmes para a TVI, entre eles: Noivas de Maio, O Pacto, Vestida para casar, Anjos de Serviço e Intriga Fatal. Supervisionou o primeiro remake da história da televisão portuguesa, “Vila Faia” (2008).
Contratado pela TV Globo em 2010, colaborou com o autor Aguinaldo Silva na novela Fina Estampa e estreou a sua novela solo, Boogie Oogie, em 2015. Foi premiado como autor pelo Portuguese Brazilian Awards, no Lincoln Center em Nova Iorque, pelo sucesso de Boogie Oogie nas comunidades brasileira e portuguesa nos Estados Unidos.
Na área do teatro, escreveu o musical infantil “A Canção dos Oceanos” e as peças “A Última História a Ser Contada”, “Cães de Guarda” e “Nove em Ponto”.
Na literatura, publicou o seu primeiro livro “Doces Tormentas” em 2010, posteriormente adaptado para cinema. Como formador, já ministrou vários workshops, palestras e master classes em Portugal e no Brasil sobre a arte de escrever para cinema e televisão.
Em 2006, exerceu o cargo de director criativo da empresa de guionismo Scriptmakers. Em Portugal, Vilhena tem sido responsável pelos maiores sucessos da teledramaturgia portuguesa. Graças à sua busca por temas polémicos e cuidado especial com a qualidade dos seus textos, garantiu o crescente aumento da preferência dos portugueses pelas produções televisivas nacionais.
Em 2011 foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes em Portugal pelo Jornal Expresso.
Em 2012 escreveu a sua primeira curta metragem, “Atrás da Porta”.
No ano de 2017, em conjunto com a Academia Portuguesa de Cinema, idealizou e organizou o Primeiro Encontro de Escrita para Televisão e Cinema em Português. Em 2018 foi membro do júri do FESTin, Festival de Cinema da Língua Portuguesa realizado em Lisboa. Em 2019, recebeu o prémio de melhor autor de ficção e a sua novela “Na Corda Bamba” a de melhor telenovela da década em Portugal.
Em 2020, “Na Corda Bamba” foi nomeada na categoria de “Melhor Telenovela” nos International Emmy Awards.

Fred Klaus 

Formado na FAAP em São Paulo Fred Klaus tem um curriculum invejável e uma vasta experiência em dramaturgia, entretenimento, séries, reality shows, direção de arte, produção de arte e programação visual.

Dentro da usa experiência destaca-se:
Trabalhou mais de 12 anos na Tv Globo
Diretor de Espetáculos teatrais e de Dança Profissional de Comunicação Visual e Marketing Digital Produtor de Moda Editorial

CEO klaus studio 66

Exemplos de Produções:
Segundo sol | novela
Dir. Denis carvalho / maria de medicis

Arte de amar | novela Dir. Jayme monjardim

Pega ladrão | novela Dir. Luiz henrrique rios

Velho chico | novela
Dir. Luiz fernando carvalho

Ta no ar - 2017 | entretenimento comédia Dir. Maurício farias

Big brother 14, 15 16 | reality Dir. Boninho

Babilônia | novela Dir. Denis carvalho

Eduarda Laia

Curso Superior de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema do Conservatório Nacional – Área de Escrita de Argumento
Guionismo Avançado, por Mari Kornhauser ( E.U.A)
Guião em Cinema e Televisão, por Carlos Gerbase (Brasil)

Guionismo, autoria e co-autoria realizados: “Dei-te Quase Tudo” , “Morangos com Açúcar”, “Na Corda Bamba”, “Madre Paula”, peça de Teatro “Eu, Tu e a Terapeuta”, “Mulheres”(Colômbia), “I Love It”, “Njinga – Rainha de Angola”, “Windeck”, “Rosa Fogo”, “Laços de Sangue”, “Voo Directo” , “Perfeito Coração” , “Pai à Força” , “Quarto Volume da Trilogia ...Sou Uma Boneca – a história oblíqua de Barbaretta Solitária” , “Segundo Toque”, “Fascínios” , peça de Teatro Musical “Morangos com Açúcar”, livro “Doce Fugitiva – A Jóia de Chocolate”. Co- autora da adaptação da telenovela “Doce Fugitiva” (Argentina),

Prémios e nomeações da formadora:

“Na Corda Bamba” – Nomeação Emmy Internacional Melhor Telenovela 2020.
“Madre Paula” – Vencedora Prémio Sophia Melhor Série 2018 | Vencedora Prémio Áquila Melhor Série 2018 | Nomeação Troféu Impala Melhor Série 2018.
“Mulheres” – Nomeação Emmy Internacional Melhor Telenovela 2015 | Nomeação Troféu TV7 Dias Melhor Telenovela 2014 e 2015.
“I Love It” – Conferência Fresh TV do Wit, MIPCOM 2013 | Nomeação Troféu TV7 Dias Melhor Programa Infanto-juvenil 2013.
“Windeck” – Nomeação Emmy Internacional Melhor Telenovela 2013.
“Rosa Fogo” – Nomeação Emmy Internacional Melhor Telenovela 2012.
“Laços de Sangue” – Vencedora Emmy Internacional Melhor Telenovela 2011 | Vencedora Troféu TV7 Dias Melhor Telenovela 2011.
“Perfeito Coração” – Nomeação Troféu TV7 Dias Melhor Tel

Luisa Caiano

Luísa Caiano é pianista, professora, diretora de uma escola de formação artística e gestora/formadora de
projetos financiados. Tendo a sua formação de base - licenciatura e mestrado – em piano e ensino, em 2009
ingressou na direção do Curso de Música Silva Monteiro, na qual começou a desenvolver a elaboração e
gestão de projetos culturais: projetos EEA Grants – comunicação e resultados (2015); formação e capacitação
em projetos de arte e educação (2016); “Atelier for Young festival and cultural managers” (Xangai – China 2017
como bolseira da ASEF - Asian-Europe Foundation); design de projetos colaborativos (2020); e uma pósgraduação
em Gestão de Indústrias Criativas (2017). Como gestora de projetos tem elaborado e gerido
diversos projetos culturais dos programas ERASMUS+, DGArtes, Norte2020, POISE e EEA Grants.
Formação académica
Licenciatura em piano
Pós-Graduação em Gestão de Indústrias Criativas
Mestrado em ensino da música
Experiência profissional / projetos desenvolvidos
WASO – Write a Science Opera – Pegada Cultural / DGArtes / EEA Grants
Concurso Internacional Santa Cecília – DGArtes
SPACE – Strategic partnership: Agents of change in education – ERASMUS+
MusiCom – Norte 2020
MusicALL – POISE (programa operacional inclusão social e emprego)
AMiE: Arts and Mindfulness in Education – ERASMUS+InCanto Opera E

André Sarbib

André Sarbib é músico e Compositor.
É um dos mais prestigiados músicos do cenário musical português, no campo do Jazz.
Fez e faz parte de variadíssimos grupos e bandas. São inúmeras as suas participações com outros artistas como Joe Lovano, Barry Altschul, Ivan Lins, Carls Benavent, Ruben Dantas, Alice Day, Jorge Rossi, Saheb Sarbib, Carlos Carli, Joaquín Chacón, Paulo de Carvalho e António Serrano, entre outros.
Na área de gravações, André Sarbib gravou em 1990 "Silêncio das Águas", que foi o seu primeiro trabalho a solo, de material original, para a editora Numérica.
Em 1993 lançou "Coisas da Noite", que dá continuidade a um conceito musical que o coloca entre os melhores artistas de fusão de Portugal.
Em 2008 gravou o álbum “This is it!", focado inteiramente no Jazz, com músicas cantadas por si.
De 2000 a 2013, André Sarbib foi Diretor Artístico do 1o Festival de Jazz do Funchal (Ilha da Madeira, Portugal), onde sempre alcançou grande sucesso.
Em maio de 2001, apresentou-se no 5o Matosinhos em Jazz, apresentando um quarteto com Joe Lovano, Barry Altschul e Saheb Sarbib.
Em novembro de 2008, participou no Festival de Jazz de Madrid, com Ivan Lins e António Serrano.
Em Janeiro de 2009, na icónica Sala Suggia da Casa da Música, no Porto (Portugl), faz a sua primeira apresentação ao vivo do álbum “This is it”, com toda a banda e músicos do álbum, com casa cheia, o que foi um tremendo sucesso!
Em maio de 2009, André Sarbib participou no Ciclo de Jazz de la Fundación Pedro Barrié de la Maza, no “Teatro Salesianos” em Vigo (Espanha).
Em 2017 foi convidado para o Ciclo de Jazz na Ordem dos Médicos no Porto (Portugal), com o Quarteto André Sarbib, e novamente em 2018 com António Serrano
Ainda em 2018 participou num Tributo a Tom Jobim, de novo na icónica Sala Suggia da Casa da Música, no Porto (Portugal).
Em 2019, com o Quarteto André Sarbib, apresentou o seu último trabalho discográfico, “This is it”,em Macedo de Cavaleiros, e teve como convidado o prestigiado Rui Veloso.
Nos últimos 13 anos, André Sarbib é o pianista convidado de Ivan Lins (famoso músico e compositor brasileiro), para os seus concertos na Europa:
2011, no Casino da Figueira da Foz, participaram na celebração do 30o Aniversário o Coro dos Antigos Orfeanistas da Universidade de Coimbra; o mesmo concerto foi repetido na própria Universidade de Coimbra; 2012, fizeram um concerto com Carlos do Carmo e o Coro dos Antigos Orfeanistas da Universidade de Coimbra, em Coimbra;
2017, ambos fizeram o concerto “Viva Ivan”, na Casa da Música (Porto), com casa cheia;
2017, o concerto “Viva Ivan”, foi repetido no CCB, em Lisboa, também com casa cheia;
2017 eles apresentaram-se no mundialmente famoso Clube de Jazz de Ronnie Scott;
2017 também tocou com Ivan Lins no Jazz San Javier Festival (Espanha) e no UnoJazz Sanremo (Itália); 2018, puderam ser ouvidos no famoso local de jazz de Londres, o “Jazz Café”.
2019, em Leiria, André Sarbib e Ivan Lins atuaram com a Orquestra Filarmónica das Beiras, dirigida pelo maestro António Lourenço, nas festividades do 25 de Abril.
André Sarbib e Ivan Lins tocaram ainda em muitos dos clubes e festivais de jazz dos mais importantes do mundo, como, por exemplo:
Jazz in Parco, (Nocera, Itália),
Bari in Jazz (Itália),
Festival de Jazz Harstad (Noruega),
Festival de Jazz de Torino (Itália),
Warzawski Jazz Festival, (Varsóvia, Polônia),
bero Jazz, (La Coruña, Espanha),
Midnight Sun Festival, (Lartsy, Finlândia),
Bluenote (Milão, Itália),
Clube de Jazz MisturaFina, (Rio de Janeiro, Brasil).
Atualmente, André Sarbib tem dois projetos prontos para apresentar e está a trabalhar num novo álbum, que estará pronto em 2021

João Didelet

Brevemente

Veja o seu currículo no IMDB

Marta Ramalho

Marta Ramalho, Lisboa, 1975

 

Licenciada em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada de Lisboa, 1997
Mestrada em Culturas Visuais - Antropologia - pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2018)
Responsável dos Serviços Gerais, Licenciamento e Propriedade Intelectual da SP Televisão, S.A., de 2007 a 2019
Produtora dos Documentários “Povo que Reza” (2017) e “O Tempo Que Faz” (2017)
Profissional Freelancer na Área do Licenciamento de Propriedade Intelectual desde 2019, em projetos como: “Bem Bom” (2018); ” Clube” (2020 - Opto); “Prisão Domiciliária” (2020-2021 - Opto); “Porta ao
Lado” (2021 - Opto).
Professora convidada da Unidade Curricular de Direito da Comunicação e da Informação na Licenciatura em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia da Universidade Lusófona de Lisboa.

Para mais informações os nossos serviços